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Uma, duas, três … quinze, dezesseis, ou trinta e nove vezes. Não me importa o número que digas. Mas me diga, eu te amo. Que seja de manhã, a tarde, ou após o jantar, mas me diga meu bem, eu te amo. Não importa se ao telefone, por chat ou até mesmo por uma carta, como se fazia antigamente. Você escolhe. Mas diga, eu te amo. Não deixe o clichê morrer. Não tenha medo. Sorria sem pensar porquê, abrace e me peça pra morder, vire os olhinhos no melhor momento, divida comigo os seus pensamentos, tudo isso, acompanhado de um eu te amo. Não se contenha. Não se controle. Se permita. Se emocione. Desconsidere. Reconsidere. Diga, eu te amo. Mesmo que o olhar esteja cheio de remelas ao acordar depois de uma noite mal dormida de insônia. Até quando os pés estejam com cheiro de suor depois de caminhar horas no Sol em busca de um banco qualquer. Mesmo depois da boca estar seca e ressecada depois de um inverno forte sem chocolate quente na mesa por preguiça de ir até o supermercado para não soltar dos teus braços. Com cabelo penteado. Despenteado. Com as mãos sujas. Dor nas costas. Com o olhar cansado. Com o corpo fora de forma. Com sono, ou sem ele. Não importa como estejas. Mas me diga, eu te amo. Coloque o Roberto Carlos pra tocar. Me apareça com uma rosa qualquer. Traga caixas de chocolate ou te levo pra jantar. Deixe que eu lhe abra a porta do carro. Me dê apelidos carinhosos. Contemos as estrelas antes de dormir. Dormiremos de conchinha até o amanhecer, mesmo que o suor chegar. Não mate as borboletas no estômago.

Não deixe os problemas afastar o ridículo. Amar é ser ridículo. É abandonar o correto e aceitar o descontrole. Não deixe o clichê morrer. Amar sem clichês não é amor. Seja ridícula comigo e entenda: ridículo é quem não vive o amor. Eu, ajoelhado, te digo: Eu te amo!

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